Pílulas de bem-estar

Pílulas de bem-estar

Com base em sólidas evidências científicas, o psiquiatra e professor Daniel Martins de Barros reuniu 84 dicas para melhorar nossa qualidade de vida. Seu foco é estimular atitudes mentais e comportamentos que ajudem a emagrecer, dormir melhor, estimular a mente e ter relacionamentos saudáveis.

Simples e bem humoradas, suas pílulas de bem-estar mostram como incorporar hábitos benéficos e evitar os prejudiciais em sete áreas fundamentais:

Pílulas para emagrecer
Pílulas para dormir
Pílulas da inteligência
Pílulas da felicidade
Pílulas calmantes
Pílulas do amor
Pílulas da longevidade

Aliando ciência ao cotidiano, o autor apresenta ainda quatro pílulas mágicas, que ganharam esse nome por serem eficazes em todas as áreas. São lições essenciais para quem deseja viver mais e melhor. E sem efeitos colaterais.

“Com precisão cirúrgica, Daniel Martins de Barros consegue traduzir a ciência de um jeito fácil e gostoso para ser usada no dia a dia.”

- MARIANA FERRÃO, jornalista e apresentadora do programa Bem Estar

CONHEÇA ALGUMAS PÍLULAS DE BEM-ESTAR:

Coma em silêncio

Estudos mostram que, quando ouvem o som da própria mastigação, as pessoas comem menos, daí a importância de se alimentar em um ambiente silencioso. Numa experiência, cientistas deram cookies aos participantes e pediram que um grupo mastigasse sem fazer ruído e que outro fizesse o máximo de barulho possível. Os barulhentos comeram, em média, menos cookies.

Desligue o celular

Uma pesquisa com indivíduos de 18 a 94 anos constatou que, entre os que tinham smartphone, 60% levavam o aparelho para a cama. Os cientistas verificaram que o uso do celular na cama estava relacionado a problemas como demora para dormir, piora da qualidade do sono, repousos mais curtos e cansaço diurno.

Doe dinheiro

Um grupo da Universidade Harvard concluiu que a melhor maneira de obter bem-estar com recursos financeiros é gastar com os outros. Cientistas analisaram dados de 136 países e viram que, em 120, havia relação direta entre a quantidade de doações e o nível de felicidade nacional - fossem países ricos ou pobres.

Tenha amigos

Uma análise reunindo 148 estudos e resultados de mais de 300 mil pessoas, acompanhadas, em média, durante sete anos e meio, concluiu que o fato de ter amigos que formem uma rede de amparo aumenta em 50% a taxa de sobrevivência no mesmo período. Nem emagrecer ou se exercitar elevam tanto esse percentual.